quinta-feira, 25 de maio de 2017

Mais Gundam na Crunchyroll e com qualidade HD

Gundam Seed chega ao Brasil

O serviço de streaming dedicado exclusivamente às produções japonesas marcou mais um gol de placa com sua parceria com o estúdio Sunrise. Desde a noite desta quarta-feira (24) o canal lançou mais duas séries Gundam.

Kidou Senshi Gundam Seed (de 2002) e Kidou Senshi Gundam Seed Destiny (de 2005) agora fazem parte do catálogo da Crunchy. E o que é melhor: com qualidade HD remasterizada. As duas séries, por enquanto, estão disponíveis com legendas em inglês. Logo logo estarão com legendas em português.

Na Crunchyroll também estão disponíveis as seguintes séries da franquia: G Gundam (1994), Gundam Wing (1995), Gundam Wing ENDLESS WALTZ (OVA de 1997), Gundam 00 (2007), Gundam Build Fighters (2013), Gundam Build Fighters Try (2014), Gundam Iron Blooded Orphans (2015) e Gundam Unicorn RE:0096 (2016).

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Kamen Rider Ex-Aid já estava indo bem; até que chega Cronus e...

O lendário Kamen Rider Cronus

Olha, Kamen Rider Ex-Aid já tinha melhorado desde o começo do ano - depois dos primeiros episódios exageradíssimo - e de lá pra cá, semana a semana, a série vem surpreendendo. Teve seus altos e baixos como qualquer produção está sujeita a sofrer. Também tem lá os seus exageros (cansei de falar sobre visual, efeitos especiais coloridões e coisas do tipo), mas é coisa que a gente se acostuma. O roteiro sempre tem um peso maior e é o que a Toei vem provando nas manhãs de domingo.

Ex-Aid melhorou com a volta de Dan Kuroto, o Kamen Rider Genm. Foi um mal necessário para salvar Emu das mãos de Pallad. Como resultado, Kuroto está ajudando os heróis para "zerar" o perigoso game Kamen Rider Chronicle e vai pagar pelos seus crimes após o desfecho. Engraçado é que Kuroto ficou engraçado, mas sem muito exagero. Disse que mudou de nome para "Shin Dan Kuroto". Que coisa, não? Falando em engraçado, Poppy Pipopapo ficou mais condizente com a fase atual. Nem o traje espalhafatoso da personagem incomoda mais. Eu diria que ela está no ponto.

E desde o episódio de domingo (21) a série promete melhorar com a investida do pai do (ex) vilão. Masamune Dan, Kamen Rider Cronus. Seu poder de controlar o tempo (como o nome sugere) e já fez estrago suficiente pra mostrar do que é capaz. Kamen Rider Ex-Aid abre o ciclo para seu final, que deve acontecer em setembro. A quem está perdendo, deixo minhas sinceras condolências.

terça-feira, 23 de maio de 2017

Roger Moore foi o melhor James Bond da era clássica

Sir Roger Moore foi o terceiro James Bond da franquia da MGM (Foto: Divulgação)

Foram vários atores que viveram James Bond ao longo destes 55 anos de franquia, produzida pela MGM. Sean Connery foi o primeiro dessa leva. Seu jeitão consagrou a imagem do 007 que conhecemos e é um dos mais próximos à origem criada por Ian Fleming. A era de Connery como Bond teve um hiato em 1969 com a participação de George Lazenby, que deu uma interpretação seca e sem graça ao agente secreto no filme A Serviço Secreto de Sua Majestade

Só que depois Connery e Lazenby, um novo ator foi escalado para dar continuidade. Era Roger Moore, conhecido por atuar em filmes da própria MGM e também da Warner Bros. Dentre as produções deste último estúdio, o ator apareceu num dos episódios da série Alfred Hitchcock Presents (apresentada pelo próprio cineasta de filmes como Psicose). Porém o sucesso veio em 1960 na série Maverick, em 1962 na série britânica O Santo e em 1971 na série The Persuaders!.

Foi em 1973 que eramos apresentados a Roger Moore na franquia 007. Não foi uma tarefa fácil substituir Connery. Demorou um pouco para o então novo rosto de Bond cair no gosto do público. Os filmes foram mais ousados e aventureiros. Essa característica ficou atrelada à imagem de Roger Moore como Bond e deu charme para os filmes que seguiram durante 12 anos.

Roger Moore imortalizou o papel de James Bond em sete filmes. São eles: Com 007 Só se Viva e Deixe Morrer (de 1973), 007 contra o Homem com a Pistola de Ouro (de 1974), 007 - O Espião que me Amava (1977), 007 contra o Foguete da Morte (1979), 007 - Somente para seus Olhos (1981), 007 contra Octopussy (1983) e 007 - Na Mira Dos Assassinos (1985). Curiosamente o penúltimo filme veio no mesmo ano de 007 - Nunca Mais Outra Vez. Um filme não-canônico que trouxe de volta Sean Connery no papel principal. Em 1979, Moore esteve no Rio de Janeiro para gravar uma das cenas de 007 contra o Foguete da Morte onde Bond enfrenta o clássico vilão Jaws. Em 1991 esteve no Ceará numa missão da UNICEF e foi ele quem, na ocasião, empossou Renato Aragão como embaixador da instituição.

Pra mim, Sir Roger Moore foi um dos melhores James Bond do cinema e foi o mais estiloso. Os filmes de sua era são meus favoritos. Talvez por O Espião que me Amava ser o primeiro filmes que acompanhei quando criança e ainda existia a dublagem clássica. Ele foi e ainda é uma forte referência ao personagem que caracteriza bem o título de galã.

Roger Moore morreu na manhã desta terça-feira (23) na Suíça. Ele estava em tratamento contra um câncer.

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Tatsuya Nomi deu vida a um dos melhores heróis das séries Super Sentai

Tatsuya na pele de Daigo, em Dairanger

Voltando do fim de semana fui pego pela notícia da morte do ator Tatsuya Nomi. Dentre as séries tokusatsu, ele ficou conhecido como Daigo, o Shishi Ranger de Dairanger, série Super Sentai de 1993. Nomi deu vida a um dos grandes personagens nesta importante série da Toei.

Daigo era tipo de rival que sempre se destacava. Era o segundo no comendo do Esquadrão Cinco Estrelas. Seus momentos mais intrigantes em Dairanger, sem dúvida alguma, eram suas reações quanto à paixão proibida entre ele a divindade Kujaku. Algo que chegou aos pés de Jetman e que rendeu vários momentos de deixar o espetador na ponta do sofá. Tatsuya também participou brevemente de outras séries da franquia como Hurricaneger, como uma das faces de Shurikenger e em Boukenger.

Tatsuya Nomi cometeu suicídio aos 47 anos na última quinta-feira, dia 18 de maio. A nota foi divulgada dois dias depois através do seu irmão via Twitter. Este é mais um ator que comete suicídio, ao lado de Shogo Shiotani, o Marte de Cybercop. Aliás, ambos tem em comum, tanto pela cor de uniforme quanto pela personalidade forte dos seus respectivos personagens.

Shishi Ranger, o segundo herói do esquadrão Dairanger

Yamcha vira zera à esquerda e é esquecido no Torneio do Poder em Dragon Ball Super

Coitado do Yamcha, está tão entediado... (Foto: Reprodução/Crunchyroll)

É engraçado como Yamcha foi deixado pra trás neste torneio que vai decidir o destino dos 12 Universos. Há alguns episódios ele vem esperando um convite de Goku para participar. Mas nada deve se concretizar. O time está fechado em 10 guerreiros.

O problema é que Majin Boo caiu num longo sono e a hibernação acaba em dois meses. Quem acompanha as notícias sobre Dragon Ball Super sabe que quem irá substituí-lo será um vilão clássico (se você evita spoilers, não vou citar o nome agora). E nada de Yamcha ser lembrado. Talvez o próximo episódio cause aquele constrangimento básico das séries de anime onde um personagem é esquecido. Tipo um "como poder ter ido sem mim" ou algo do tipo. Vai ser curioso. O resultado é previsível, mas a reação do guerreiro Z deve ser risível.

É bom lembrar que Yamcha é (ou foi) um personagem valoroso na franquia Dragon Ball. Foi rival de Goku quando ele ainda era criança, namorou Bulma, foi sacrificado na saga dos Saiyajin junto de Piccolo, Tenshihan e Chaos (os dois primeiros estarão no torneio). Sendo ressuscitado logo após.

Estou curioso pra saber qual será a desculpa pro Yamcha ficar de fora de vez. Será questão potencial? De chi? Vai ficar de fora por casualidade? Aguardemos o próximo episódio.

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Nova temporada de Supernatural terá crossover com Scooby-Doo

O encontro entre os Winchester e Scooby

Parece piada de 1 de abril, mas é oficial. O upfront do canal The CW anunciou nesta quinta-feira (18) que a 13ª temporada de Supernatural fará um crossover com nada mais e nada menos que... Scooby-Doo.

Isso mesmo. Os Irmãos Winchester terão um episódio animado com o cão que investiga casos sobrenaturais junto com Salsicha e cia. Não há maiores detalhes no momento e tais deverão aparecer ao longo do hiato das temporadas das séries americanas.

Supernatural retorna aos EUA em outubro.

Otakus denunciando a Crunchyroll por advertência passa do cúmulo da imaturidade

Naruto e sua turma

Isso foi assunto da semana no meio "otaku", principalmente entre os fãs do anime Naruto. Um canal de vídeos no YouTube chamado Animaction Mania exibia lives com episódios de Naruto Shippuden. Quem tem os direitos de exibição no Brasil - via streaming - é o canal Crunchyroll. Não deu outra. O canal de vídeos levou aquele strike como advertência e teve seus vídeos apagados.

Como se não fosse o bastante, o dono do canal ficou fulo da vida, mencionou vários impropérios e até tentou denunciar a própria Crunchyroll. (Oi???) Ué, denunciar pra que? A Crunchy tem direitos de Naruto de mais algumas séries no Brasil e em outros países. Então pra que se revoltar, né?

A revolta dos "otakinhos de plantão" só dá motivos de mais risada. Tá na cara que a atitude é, no mínimo, infantil/adolescente e sem informação alguma sobre direitos autorais. Pro bem ou pro mal, o YouTube tem suas regras. Existem trabalhos de divulgação que são confundidos pelo YouTube e acabam sendo limados por direitos autorais. Agora uma outra coisa é exibir uma live ou passar episódios isolados na íntegra de uma série que tem acesso oficial por aqui.

Essa resistência dos "otakinhos" (claro, não falo de todos) é antiga e vem desde o lançamento da Crunchyroll em 2012. Quem acompanhou na época deve ter visto um clássico vídeo onde um adolescente reclama pelo lançamento e ainda disse que o canal não iria fazer sucesso. (Oi??? 2, a missão) Ledo engano. A Crunchyroll continua firme e forte em quase 5 anos de estrada no Brasil e um dos resultados é a queda da pirataria das séries de anime.

Entenda, aqui não é nenhuma propaganda, merchan ou qualquer coisa do tipo. É apenas uma análise de um mero espectador que também curte o canal. Pecado nenhum até aí. O problema mesmo é que estamos falando de fãs de Naruto. E encontrar alguém que apoie materiais oficiais nesse meio "naruteiro" e que tenha senso e maturidade pra entender como o mercado funciona é uma mina de ouro. O fiasco do recente filme do ninja loiro por aqui é um retrato disso que estou falando.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Divulgada a primeira imagem oficial de Star Trek Discovery


As atrizes Michelle Yeoh e Sonequa Martin-Green são as protagonistas que aparecem acima na primeira imagem oficial de Star Trek: Discovery. Elas darão vida à Capitã Philippa Georgiou e à Oficial Michael Burnham, respectivamente.

A produção sofreu mudanças de elenco. Por enquanto não há data de lançamento pelo canal CBS que divulgou nesta quinta-feira (17) sua programação inicial para a temporada 2017-18 em horário nobre. Não há informações sobre o enredo que vai acompanhar as aventuras da tripulação da nave U.S.S. Discovery.

Star Trek: Discovery terá produção executiva de Gretchen J. Berg e Aaron Harberts, substituindo Bryan Fuller que alegou conflitos de agenda. Fuller está entre os roteiristas, ao lado de Alex Kurtzman, Nicholas Meyer e Jesse Alexander.

A nova série será exibida no Brasil pela Netflix.

Shout! Factory exibe maratona de Kakuranger


No próximo sábado (20) a Shout! Factory exibirá uma maratona com episódios de Ninja Sentai Kakuranger. A série tokusatsu da franquia Super Sentai serviu de adaptação para a terceira temporada de Mighty Morphin Power Rangers em 1995 e no ano seguinte serviu de base também para a minissérie Mighty Morphin Alien Rangers.

Serão exibidos os primeiros 7 episódios de Kakruanger a partir das 9h da manhã, horário do Pacífico (13h de Brasília) pelo site da Shout! e pelo portal Pluto TV. Todos os 53 episódios foram lançados em DVD pela Shout! Factory recentemente.

Assista a chamada:


segunda-feira, 15 de maio de 2017

Gohan será mais forte que Goku em Dragon Ball Super?

Gohan está mais forte como nunca (Foto: Reprodução/Crunchyroll)

O episódio deste domingo (14) poderia ser mais um "tapa-buraco" na saga Universe Survivor de Dragon Ball Super se não fosse por um detalhe que chamou atenção. Assim como Goku, Gohan está sedento de poder e luta. Assim ele treinou com seu pai para testar suas habilidades para o torneio.

Seu grande feito até hoje foi na batalha final contra o androide Cell, onde venceu. Seu pai foi morto (ressuscitou na saga de Majin Boo) e quem ficou com toda a fama da vitória foi o atrapalhado Mr. Satan. Gohan teve maior destaque na saga de Majin Boo e poderia ter a chance pra derrotar o demônio se não fosse por sua própria arrogância, que o levou à derrota naquele momento. Gohan se casou com Videl e juntos tiveram a pequena Pan. Além de se dedicar à família, devotou boa parte do seu tempo aos estudos. Por isso, Gohan passou um bom tempo sem treinar. Voltou em algumas ocasiões em DBS como na saga O Renascimento de 'F' e agora com grande determinação na saga Universe Survivor.

O recente treinamento com Piccolo fez com que Gohan sanasse seus problemas em combate. Por ser filho de um Saiyajin, sua sede por lutas foi intensificada como nunca. Se Gohan elevará seu poder ao mesmo nível de seu pai, só o tempo dirá nos próximos episódios. O que pode ser um acréscimo para a franquia de Akira Toriyama e um detalhe que pode jogar Dragon Ball GT definitivamente como uma trama alternativa. 

Vamos ver como Gohan vai se sair como líder dos dez guerreiros do Sétimo Universo. Ele está em um bom momento na série e não pode fazer feio.

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Novo pôster de Gavan vs. Dekaranger afasta a possibilidade de uma participação maior de Jaspion


Nesta quarta (10) a Toei divulgou o novo pôster do filme Space Squad: Gavan vs Dekaranger. A imagem promocional destaca o segundo Gavan (também conhecido como Type-G) e o Esquadrão Investigativo Dekaranger como os heróis principais. Além de MacGaren, o clássico arqui-inimigo de Jaspion que voltou do inferno.

Com a proximidade do filme, o indício de que Jaspion aparecerá apenas em flashback só fortalece. Até a estreia do filme deverá aparecer alguns (ou muitos) desavisados que vão esperar por uma participação maior do nosso Tarzan Galático, quando a Toei não prometeu nada de tão grandioso. Certamente a aparição de Jaspion será breve e servirá de introdução para explicar sobre o filho de Satan Goss e talvez linkando com sua ressurreição. O jeito é aguardar pra ver como fica e, acima de tudo, sem criar altas expectativas.

Não custa nada lembrar: o ator Hikaru "Seiki" Kurosaki está afastado da mídia há vários anos, trabalha como instrutor de mergulho em Okinawa e não pretende voltar à TV japonesa, muito menos ao tokusatsu. Gavan vs. Dekaranger conta com o retorno de Junichi Haruta, apenas dublando a voz de MacGaren. Benikiba, a vilã de Jiraiya, também está de volta, desta vez com a interpretação da atriz Mikie Hara (de Cutie Honey).

Antes do anunciado lançamento para vídeo, Space Squad: Gavan vs. Dekaranger terá exibição limitada nos cinemas japoneses a partir de 17 de junho na rede 109 Cinemas, junto com o prólogo Space Squad: Girls in Trouble. Ambas as produções terão direção de Koichi Sakamoto e roteiro do veterano Naruhisa Arakawa.

Veja o pôster na íntegra:


terça-feira, 9 de maio de 2017

Assista ao primeiro trailer de Blade Runner 2049


Após o primeiro filme de 1982, Blade Runner 2049 ganha seu primeiro trailer. O filme estreia no Brasil em 5 de outubro e tem Harrison Ford de volta como Rick Deckard. Assista o trailer a seguir:



segunda-feira, 8 de maio de 2017

Cinebiografia contará a história de Bruce Lee

Bruce Lee no clássico O Voo do Dragão, que contou com participação de Chuck Norris

O diretor paquistanês Shekhar Kapur foi escalado para comandar uma cinebiografia sobre Bruce Lee, um dos grandes artistas de filmes de artes marciais que nos deixou em 1973, aos 32 anos, e que deixou um legado para o cinema mundial.

A intenção do projeto é contar a história do ator desde o início de sua carreira em Hong Kong, nos idos da década de 1950. Kapur é corroteirista de Little Dragon (sem previsão de lançamento ainda), que contou com produção de Shannon Lee, a filha de Bruce. A cinebiografia deverá também abordar os problemas amorosos de Bruce Lee e sua filosofia.

No passado tivemos algumas outras produções dedicadas ao astro chinês. Em 1993 foi lançado Dragão: A História de Bruce Lee, onde Jason Scott Lee o interpretou. Em 2008 foi lançada a série A Lenda de Bruce Lee, onde contou a história do ator em 50 episódios para TV e contou com Mark Dacascos e Gary Daniels no elenco. Com distribuição da Sato Company, esta produção estreou no Brasil em 2011 pela CNT e atualmente pode ser vista na Netflix.

Mestre Kame encontra sua nova Bulma em Dragon Ball Super

Yurin é a mais nova "vítima" de Kame (Foto: Reprodução/Crunchyroll)

Você deve se lembrar que a primeira e clássica série Dragon Ball tinha umas doses cômicas com o tarado Mestre Kame. A principal vítima foi a Bulma. O velho voltou a atacar no episódio deste domingo (7) de Dragon Ball Super com a aparição de uma guerreira chamada Yurin que queria entrar no dojô de Tenshinhan com a desculpa de "manter a boa forma". Na realidade tudo era um disfarce para se vingar do "careca de três olhos" (como Yurin chamou o Tenshihan).

Kame estava de passagem e aproveitou para tentar, digamos, se aproveitar da moça. Com direito a oferecer um uniforme nada discreto e sem roupas íntimas. Tudo isso subtendido (ou não) em pleno horário matinal. No fim das contas tudo foi resolvido onde ela foi aceita no dojô, em troca de um futuro desafio contra Tenshinhan.

Sendo assim, é possível que após o torneio, aconteça de vez por outra um desses ataque de safadeza de Kame com Yurin. Na boa, ficou engraçado.

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Por um triz, Madoka quase lidera o ranking dos 100 animes

A garota mágica está entre os três melhores animes dos últimos 100 anos

Por incrível que pareça, nem Cavaleiros do Zodíaco, nem Dragon Ball e nem muito menos Naruto tiveram seus nomes na lista dos 100 melhores animes, segundo votação entre os espectadores da NHK, emissora estatal do Japão. A votação foi comemorativa ao centenário da animação japonesa que se dá agora em 2017.

Madoka Magica aparece em terceiro lugar do ranking. Perde apenas para a série de TV e um filme de Tiger & Bunny, respectivamente. Pra não dizer que não tem animes conhecidos de grande público, Digimon, Gundam, Gintama, YuYu Hakusho, Patrulha Estrelar, entre outros estão na lista.

A garota mágica merece e na humilde opinião desta blogueiro ela deveria estar em primeiro. Pra firmar de vez a sua invencibilidade. E não se engane pela aparência não, pois Madoka Magica é acima do ótimo e sombrio. Falo sem menosprezar os clássicos que tanto gostamos.

PS 1: Veja a tal lista aqui.

PS 2: Leia mais detalhes no blog Sushi POP (por Alexandre Nagado).

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Telecine celebra o Star Wars Day com maratona de filmes


No Star Wars Day, o canal Telecine Pipoca faz uma maratona com todos os sete filmes da franquia de George Lucas. Os episódios I, II, III, IV, V, VI e VII serão exibidos nesta quinta-feira (4), para comemorar o dia celebrado pelos fãs e também os 40 anos de Star Wars.

Confira a programação:

07h15 - Star Wars: Episódio I - A Ameaça Fantasma
09h45 - Star Wars: Episódio II - Ataque dos Clones
12h15 - Star Wars: Episódio III - A Vingança dos Sith
14h45 - Star Wars: Episódio IV - Uma Nova Esperança
17h05 - Star Wars: Episódio V - O Império Contra-ataca
19h30 - Star Wars: Episódio VI - O Retorno de Jedi
22h00 - Star Wars: O Despertar da Força

quarta-feira, 3 de maio de 2017

O forró da atualidade estraga cada vez mais a nova geração de ouvintes

Aviões do Forró está longe de virar um clássico de renome (Foto: Divulgação)

Hoje cedo eu estava escutando o programa do Paulo Oliveira, na Rádio Verdes Mares (daqui de Fortaleza) e no bate-papo de sempre com Tom Barros eles tocaram mais uma vez sobre a questão da qualidade musical de ontem e de hoje. Ambos os radialistas curtem música clássica e lamentam quanto a atual geração que acabam sendo refém das programações de rádio que, para não perder audiência, tocam tudo o que é porcaria. Por aqui o principal ritmo é o forró, que tinha uma boa tradição e hoje virou sinônimo de "música" com duplo sentido, palavrões e tudo de ruim que você puder imaginar.

Eu também sou bem crítico quanto à qualidade musical de hoje. É inevitável um balanço com as músicas do passado e é fácil perceber o que é clássico e o que é bizarro. Não sou fã de música clássica (erudita), mas reconheço e respeito sua qualidade. Sou voltado mesmo para MPB, música romântica, internacionais, jovem guarda, tertúlias e coisas do tipo. Se a gente ver como esse tipo de música era investida entre as décadas de 60 e 90, vamos perceber que há um abismo muito grande entre as músicas atuais ou mesmo desde os anos 2000.

Não sou lá um grande especialista em forró e tampouco fã do gênero. Mas tenho apreciação por umas músicas da Eliane. Até quem não curte o gênero pára pra ouvir a rainha do forró, por exemplo, porque havia nos anos 90 uma qualidade sonora e as letras eram românticas de fato. Eliane é um clássico do forró e -diferente de um Aviões do Forró ou um Wesley Safadão da vida - tem respeito e reconhecimento. Não só o forró, mas até o sertanejo sofre com esse problema. Nem preciso dizer que Leandro & Leonardo, Chitãozinho & Chororó, por exemplo, são clássicos. É claro que há exceções. O mesmo vale para o funk que outrora tinham ícones como Tim Maia e Sandra de Sá como referência e hoje é sinônimo de imoralidade.

A questão aqui não é julgar quem curte músicas com duplo sentido, cheia de barulhos e refrões chiclete que não dizem absolutamente coisa nenhuma. Com todo o respeito a quem trabalha na área, mas a qualidade é pífia e fadada ao descarte. Verdade seja dita. É lamentável que a grande maioria dos jovens prefere ouvir esse tipo de coisa e acabam não explorando canções com mais consistência e valor. Quem curte uma boa música acaba sozinho ou trancado num nicho específico. E o que é pior: tem muita gente boa tentando espaço, mas os besteirois da vida não permitem. Assim fica mais difícil descobrir um novo Belchiror, um novo Roberto Carlos, um nova Joanna, uma nova Elis Regina, um novo Wando, uma nova Rosanah, um novo Fagner e por aí vai.

O mundo evoluiu, mas a música brasileira segue em decadência plena. Não acredito que essa juventude (sem generalismo) vá atrás de um clássico da minha época ou mais antigos daqui a 10, 20, 30 anos. A tendência é a cada dia aparecer um besteirol que vai ser pior que outro. Assim, a distância entre a boa música se torna gritante e a memória musical vai caindo gradativamente e se destinando numa amnésia ferrenha. A boa música vai tomando rótulo de "música de velho careta" ou se já não está sendo agora, né? É triste.

terça-feira, 2 de maio de 2017

Yuuta Mochizuki detonou mais uma "lenda urbana" com filme de Power Rangers

O Ranger Vermelho original nos estúdios da Toei

Quanto mais é provado que a parceria entre Power Rangers e Super Sentai vai muito bem (obrigado), aparecem aqui acolá uns desavisados que sempre e sempre tocam o terror na tokunet com lendas urbanas pra dizer que a franquia de Haim Saban é "do mal" e tarará e tororó.

Na semana passada, Yuuta Mochizuki - o Tyranno Ranger de Zyuranger - quebrou mais esse tabu que tanto atormente alguns brasileirinhos. Ele visitou os estúdios da Toei Company para assistir (advinha!) o novo filme dos Power Rangers numa exibição especial. Pra quem não sabe, o filme só vai estrear por lá em 15 de julho. A notícia saiu no site The Tokusatsu Network que traduziu a nota em inglês. Yuuta ficou surpreso se emocionou com o filme. O ator ainda lembrou de seu encontro com Austin St. John (Jason, sua contraparte americana na primeira temporada de MMPR) na Power Morphicon, em 2014.

Pela descrição de Yuuta no link acima, dá pra perceber uma boa atmosfera que uniu ainda mais os Rangers do oriente e do ocidente. Mas isso é coisa que poucos fãs brazucas vão demorar pra entender ou nunca irão descobrir devido ao atraso.

Paz, né minha gente?

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Belchior era o Bob Dylan brasileiro e tinha Beatles na veia

Os cearenses Belchior e Raimundo Fagner em 1982 (Foto: Athayde dos Santos)

Um talento reconhece outro. Foi assim quando Belchior despontou para o cenário musical. Em 1976 tinha compactos gravados e também seu primeiro álbum, gravado dois anos antes. Em 1971, Belchior venceu o Festival Universitário da Canção Popular, da extinta TV Tupi, com a canção "Na Hora do Almoço". A sorte de Belchior foi conhecer Elis Regina, que descobriu o cantor por causa das canções "Velha Roupa Colorida" e "Como Nossos Pais". Dois dos clássicos da saudosa "Pimentinha" compostas e gravadas por Belchior. 

Foi graças à Elis que Belchior ganhou projeção nacional. Alucinação, o segundo LP do cantor, surgiu graças ao produtor Marco Mazzola, da gravadora Philips, que deu suportes invejáveis para vários artistas como Roberto Carlos, Tim Maia e Raul Seixas. Seu talento foi reconhecido de cara pelo profissional que imaginou Belchior como um "Bob Dylan brasileiro". O disco Alucinação foi gravado em apenas três dias. Antes do lançamento, o clássico "Apenas um Rapaz Latino-Americano" foi lançado como single. Aliás, este seria o nome do segundo álbum, mas Belchior e Mazzola acharam que o título escolhido seria melhor.

Belchior compôs "Mucuripe" e apresentou para Fagner. Outro clássico da MPB que foi cantado por Elis e também por Roberto Carlos (o rei cantou esta música com Fagner num dos especiais de fim de ano). Apesar da descontinuidade da parceria, que durou pouco tempo, a amizade entre Belchior e Fagner foi firmada. Belchior tinha intelecto admirável e era fã incondicional dos Beatles. Sem dúvida esta referência ficou registrada na música "Medo de Avião" que faz citação à musica "I Want To Hold Your Hand" do quarteto de Liverpool. Além do estilo blues que foi uma forte caraterística nas melodias. Sua obra ficou eternizada como cult da Música Popular Brasileira.

Belchior morreu aos 70 anos na madrugada deste domingo (30) em Santa Cruz, Rio Grande do Sul, vítima de uma dissecção da aorta. Ele estava dormindo enquanto ouvia música clássica.

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Segunda temporada de Kamen Rider Amazons é mais sanguinolento e deixa Heisei Riders no bolso

Amazon Neo

Antes de qualquer coisa, o texto não é nenhum comparativo com os Riders das manhãs de domingo da TV Asahi, principalmente com Kamen Rider Ex-Aid (este está indo bem, apesar dos pesares). É que Kamen Rider Amazons voltou mais violento e mais sanguinolento do que em sua primeira temporada.

Depois de ver os primeiros três episódios, a impressão que fica é que Amazons cumpriu a tarefa que os Heisei Kamen Riders não conseguiram fazer em 17 anos. O enredo está mais violento. Bem mais do que isso, a história está mais adulta (no bom sentido, é lógico) e digna de filme de terror. Tipo daquelas pra você assistir tarde da noite. Imagine aí você ver monstros mantando gente adoidado. É pouco? E canibalismo a mais de oito mil e até olho servido como comida e tripas jogadas ao chão? Tem isso também. Isso é apenas uma consequência do desenrolar da história.

No começo da década passada as séries Kamen Rider tinham uma pegada mais séria e com muita violência. Porém com um certo limite, devido ao horário. Com Kamen Rider Amazons a coisa foi maximizada, principalmente agora na nova temporada. Superando de vez a qualidade da fase iniciada por Kamen Rider Kugga, em 2000.

Por ser uma web série (da Amazon Prime japonesa), o limite de duração e a flexibilização dos elementos são maiores do que estávamos acostumados até pouco tempo. A liberdade do espectador assistir a hora que quiser também conta ao invés de esperar pelo mesmo Bat-horário e no mesmo Bat-canal. Isso também favorece para que a série tenha mais liberdade.

Até agora, o foco da atual temporada (que deve ser a última, se prestar atenção no alfabeto dos episódios) está no novo Rider, o Amazon Neo. Seu alter-ego é Chihiro (interpretado por You Maejima). Aliás, alguns elementos deste Amazon lembram designs dos primeiros Heisei Riders como o cinto e o visor, por exemplo. Bem mais sofisticado que os Amazons anteriores. Por outro lado, dentre os heróis principais apenas Haruka/Omega voltou, além de outros personagens da temporada passada. Por enquanto a história está em introdução. Ainda tem muito água pra jorrar. Ou melhor, muito sangue.

Assista Kamen Rider Amazons se você tiver mesmo nervos de aço e for maior de 15-16 anos. Na dúvida, tire as crianças da sala.

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Fox retira suas séries do catálogo da Netflix

24 Horas até julho no canal de streaming

Não é novidade pra ninguém (exceto para os desavisados de plantão) que toda produção dos mais variados estúdios ficam no ar na Netflix por um período determinado mediante aos respectivos contratos. O que não impede de ser renovado antes ou depois da data de expiração.

Esta saída é mais significativa. A Fox deverá retirar em 1 de julho todas as temporadas das séries 24 Horas, Prison Break, How I Met Your Mother, American Horror Story, Bones, Glee e Sons of Anarchy do catálogo do canal de streaming. O motivo pode estar ligado à uma possível exclusividade dos títulos ao Fox Play, para as TVs por assinatura. Porém, nada confirmado até o fechamento deste post.

Como proveito dos próximos dois meses que restam, a Netflix lançou um vídeo para a última maratona. Veja: 

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Cavaleiros e Dragon Ball pela manhã e sem cortes é um erro fatal da Rede Brasil


Recentemente foi confirmado que Os Cavaleiros do Zodíaco e Dragon Ball Z finalmente vão ganhar horário alternativo na Rede Brasil a partir de maio. Será pela manhã (na faixa das 10h) e sem cortes.

Com essa decisão, o canal comete dois erros seguidos. Os tempos mudaram e as coisas não são mais como era na Manchete. Hoje está tudo tão politicamente correto que uma exibição matinal de duas séries violentas é um convite a um tiro no pé e a uma possível mudança de horário. E ainda mais por não ter cortes.

É até compreensível a tara das emissoras brasileiras por passar animes pela manhã, pela ideia de que tudo é "pra criança". Mas realmente não dá. Melhor mesmo é manter o horário oficial (este não vai mudar por enquanto) e implantar um horário alternativo na faixa das 23h ou das 24h. É mais sensato, considerando que o público alvo tem mais de 20-30 anos.

terça-feira, 25 de abril de 2017

Pela primeira vez em Kamen Rider Ex-Aid, Poppy Pipopapo consegue surpreender

Poppy chora na hora da transformação

Semana passada disse que Lucky e Poppy Pipopapo mereciam se calar pra ver se melhorava alguma coisa em Kyuranger e Kamen Rider Ex-Aid, respectivamente. Finalmente a "palhacinha" conseguiu me agradar sem precisar de nada disso.

Falando sério, Poppy agora se tornou útil para o enredo. Ou se já não era desde algum tempo. É que ela é um Bugster que foi usada como espécie de agente duplo na CR. Porém, ela tinha bons sentimentos guardados e não deseja fazer mal a ninguém. O episódio deste domingo (23) mostrou o conflito sobre sua própria natureza (se do bem ou do mal) e a perseguição dos Riders contra a personagem de video game.

Impossível não se comover. O mínimo que o espectador poderia ter ao ver a cena é torcer por ela. Ruka Matsuda é uma boa atriz e conseguiu dar um outro aspecto à Poppy. Aqueles trejeitos infantis vão demorar pra sumir ou nem vão desaparecer. Mas de uma coisa é certa: Poppy se mostrou uma personagem digna de valor em Kamen Rider Ex-Aid e que pode ser maior do que aquela mera e estranha proposta inicial que conhecemos no segundo semestre do ano passado.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Akira Toriyama quase apela para um elemento da saga do androide Cell

Kaoih escapou desta vez (Foto: Reprodução/Crunchyroll)

Mais uma reciclagem de Toriyama aconteceu em Dragon Ball Super. No episódio deste sábado aparecem invasores do espaço que ameaçam a ilha onde o Androide 17 cuida dos animais do local. Num determinado momento da batalha, o chefe da nave espacial diz que possui um dispositivo de auto destruição em seu corpo.

Sem alternativa, Goku se teletransporta para o planeta do Senhor Kaioh. A mesma situação aconteceu na saga de Cell. O androide tinha ativado sua autodestruição e, para salvar a Terra, Goku se teletransporta junto com o androide para o planeta de Kaioh. O que levou na morte de todos que estavam naquele exato local e momento de DBZ.

Por sorte, Dende avisa que isso era apenas um blefe do chefe para tentar se safar. Ainda bem, pois desta vez não teria a mesma graça e emoção de antes.

domingo, 23 de abril de 2017

Jerry Adriani era um dos cantores mais carismáticos da Jovem Guarda

Jerry Adriani

A música brasileira ficou mais pobre hoje com a morte de Jerry Adriani na tarde deste domingo (23). Um dos galãs da era da Jovem Guarda. Começou a carreira em 1964 com o disco intitulado Italianíssimo, que, por sinal, tinha músicas em italiano, seguido de Credi a Me, no mesmo ano, que mantinha o mesmo estilo. Foi a partir do ano seguinte que ele despontou cantando músicas em português. Assim veio o lançamento do seu terceiro disco, Um Grande Amor.

Nos anos 60, Jerry também foi apresentador de TV no programa Excelsior a Go Go, da extinta emissora TV Excelsior. Contava com o auxílio de Luiz Aguiar e por lá eram apresentados vários cantores e bandas do movimento musical que estava em ascensão. Passou também pela extinta TV Tupi onde conduzia o programa A Grande Parada, em 1967. Ao seu lado tinha algumas apresentadoras, entre elas Betty Faria e a saudosa Marília Pera.

Jerry também passou pelo cinema brasileiro, protagonizando três filmes. Deu oportunidade a outros artistas. Foi graças a ele que conhecemos Raul Seixas. Jerry o incentivou com a criação da banda Raulzito e os Panteras. Além de participar de algumas canções. Seu talento era praticamente inesgotável. Além de TV e cinema, Jerry trabalhou no teatro. Mantinha trabalhos paralelos na TV, como nas novelas 74.5 Uma Onda no Ar (na extinta Manchete) e Malhação (na Globo).

Mas a música era sua paixão. Jerry voltou a gravar músicas da Jovem Guarda, prestou tributo ao rei do rock com o disco Elvis Vive e depois voltou a cantar música italiana nos anos 90. Algumas canções italianas foram parar em novelas globais como A IndomadaZazá e Terra Nostra. Ainda nesta fase, Jerry gravou música da Legião Urbana em italiano. "Forza Sempre", de 1999, foi um dos seus grandes sucessos desde os tempos dourados.

Por onde passava, Jerry sempre levava alegria e carisma. Todos curtiam e sua presença era contagiante em vários programas de TV. É um sujeito que vai fazer muita falta nos palcos.

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Lucky e Poppy Pipopapo só atrapalham e tem mais é que calar as bocas

Poppy Pipopapo/Kamen Rider Poppy

As séries do bloco Super Hero Time, da TV Asahi, são bacanas. De um lado temos Kamen Rider Ex-Aid que provou que é uma boa série, apesar da aparência esdrúxula dos heróis. Do outro temos Kyuranger, um Super Sentai que, embora tenham mais e mais trambolhos gigantes pra vender brinquedos, tem mostrado que tem uma proposta diferente dos demais esquadrões.

Agora cá entre nós: essa dobradinha se sairia melhor ainda se não fosse por Poppy Pipopapo (Kamen Rider Poppy) e Lucky (Shishi Red), das respectivas séries. Os dois tem coisas em comum. São gasguitos, tentam fazer graça sem serem engraçados e só atrapalham as séries. Poppy tem tido momentos "dark" ao se transformar numa Rider, mas não é o suficiente pra deixar o lado "palhaço que mia toda hora". Já Lucky é aquela coisa chata de quase todo Sentai da década passada pra cá tem. De tempos em tempos soltando um "luck" aqui e um "luck" acolá. 

A solução seria calar as bocas dos dois personagens, colocarem esparadrapos ou qualquer coisa pra eles se aquietarem por um tempo. Aguentá-los não é uma tarefa fácil não.


Lucky/Shishi Red

quarta-feira, 19 de abril de 2017

King Kong ganha sua própria série de TV

O King Kong do MonsterVerse

Kong: A Ilha da Caveira ainda está em cartaz em algumas salas de cinema. Quem ficou até o fim, viu a cena pós-créditos que faz ligação com o futuro crossover entre o macaco gigante e Godzilla em 2020. Esta não é a primeira vez que os dois personagens se encontram, considerando encontro das criaturas em 1962.

Enquanto o encontro épico não acontece, as produtoras MarVista Entertainment e IM Global Television anunciam parceria para fazer uma série de TV de King Kong, baseada no recente filme. O live action não terá ligação com a cronologia MonsterVerse (este é o nome dado para o universo dos novos Zilla e Kong do cinema).

A trama do novo Kong: A Ilha da Caveira apresenta uma mulher que lidera um grupo que explorar os mistérios da ilha. Até o momento estão confirmados Jonathan Penner e Stacy Title no roteiro e Dannie Festa na produção executiva.

Mangá do Ultraman tem batalha digna de shonen clássico

O veterano Hayata de volta ao combate

Eu acompanho o mangá ULTRAMAN periodicamente. Atualmente, aqui no Brasil, a publicação está na sua oitava edição pela Editora JBC, enquanto no Japão está na nona. Na terra do sol nascente saem apenas dois volumes por ano. Cerca de seis meses entre um e outro número.

Por aqui o mangá está em sua melhor fase. Recentemente vimos a aparição da versão alternativa de Seiji Hokuto (Ultraman Ace). Esse foi um dos heróis que mais puxou referências às séries clássicas da franquia da Tsuburaya. Além de garantir uma luta emocionante e extremamente violenta, como vistos em clássicos títulos shonen como em Os Cavaleiros do Zodíaco e em Dragon Ball, por exemplo. O roteirista Eiichi Shimizu, em parceria com o desenhista Tomohiro Shimoguchi, consegue conectar uma releitura de Ultraman com vários elementos das séries clássicas. Tudo sai em perfeição, harmonia e o resultado faz com que o leitor roa as unhas e fique ansioso pra saber o que acontece no próximo número.

Há muitas reviravoltas, pistas e revelações surgindo e outras emoções que só quem lê o mangá sabe do que estou falando. Pra se ter uma ideia: Shinjiro, o filho de Hayata, passa a ter mais reconhecimento ao adquirir uma nova técnica. Enquanto isso, o segredo de Dan Moroboshi é revelado. E Hayata volta à ativa com uma armadura protótipo (que na realidade é uma versão aprimorada das armaduras de Shinjiro e Dan). Na capa do volume 8 vemos o Hayata com o tal traje e com uma diferença: um manto que jamais foi usado na história. Afim mesmo de comemorar os 50 anos do gigante prateado, já que o volume saiu no Japão em julho do ano passado.

O volume 9 de ULTRAMAN (estilizado assim mesmo com letras maiúsculas) foi publicado originalmente no final de dezembro passado e deverá chegar ao Brasil entre maio e junho pela Editora JBC. Finalmente podemos ver uma versão alternativa de Kotarou Higashi, o alter-ego de Ultraman Taro, que entra em ação logo mais. O "novo" herói quebra os padrões de vestimenta estabelecidos até o presente ponto. Se seguir a mesma periodicidade, o volume 10 deverá ser publicado no Japão em julho. No Brasil vai demorar um pouco, deixando assim de ser bimestral.

O mangá ULTRAMAN é leitura obrigatória para todo e qualquer fã de tokusatsu. Se você ainda não colecionou, está perdendo tempo e  a oportunidade de testemunhar o início de uma nova era. Não vai se arrepender. Lá também tem bons comentários de Cassius Medauar e no recente volume a participação de Marcelo Del Greco.

terça-feira, 18 de abril de 2017

Fear The Walking Dead garante quarta temporada


Nem começou ainda a terceira temporada e o canal AMC confirmou oficialmente a quarta de Fear The Walking DeadDave Erickson será substituído pelos showrunners Andrew Chambliss e Ian Goldberg. Já Scott M. Gimple, showrunner de The Walking Dead, vai ser o produtor executivo do spin-off.

A terceira temporada está previsto para estrear no dia 4 de junho, tanto pelo AMC americano quanto no brasileiro. A quarta deverá estrear no meio de 2018.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Ultra Fight estreia oficialmente no Ultra Channel

Ultraseven e seu traje surradão (Foto: Reprodução/Ultra Channel)

Após investir em reprises diárias dos clássicos Redman e Triple Fighter, o Ultra Channel (canal oficial da Tsuburaya no YouTube) estreia nesta segunda (17) a série Ultra Fight. Como parte das comemorações dos 50 anos de Ultra Seven.

Um novo episódio será lançado de segunda à sexta a partir das 7h da matina (pelo horário de Brasília). A sequencia não seguirá aleatoriamente, já que se trata de esquetes com histórias isoladas. Afim de causar surpresa no espectador e ficar na surpresa o que veremos no dia seguinte. Bem como acontece com Chaves no SBT. Vale lembrar que cada episódio ficará no ar em uma semana, como é de praxe do Ultra Channel. Os episódios podem ser vistos nesta playlist (com mais cinco episódios lançados em agosto de 2016).

Ultra Fight foi exibido originalmente no canal TBS entre 28 de setembro de 1970 e 24 de setembro de 1971. Indo de segunda à sexta das 17:30 às 17:35. Totalizando 196 episódios. As lutas são basicamente no estilo de luta-livre e com improviso, narradas pelo locutor esportivo Jiro Yamada. Com qualidade inferior ao que é visto em Ultra Seven, porém a produção é constrangedora de tão engraçada. Se você é fã das séries Ultra, vale a pena a diversão.

O episódio de (re)estreia é o 102 que mostra Seven e seu monstro Agira contra o Alien Icarus. Assista agora "Seven Morre!":


Veja também:


sábado, 15 de abril de 2017

Emerson Camargo era uma das vozes mais importantes da história do tokusatsu na TV brasileira

Emerson Camargo em 1993 (Foto: Reprodução/E No Próximo Episódio)

Sem dúvida alguma, uma das vozes mais importantes ligadas à dublagem é a da Emerson Camargo. Começou sua carreira aos 16 anos traduzindo diálogos de filmes na antiga AIC São Paulo (hoje BKS). Logo passou a dublar a partir de 1964. Ele foi responsável por emprestar a voz ao primeiro super-herói japonês a passar na nossa. O lendário National Kid. Aliás, uma das séries mais importante da história do tokusatsu no Brasil, tão quanto Jaspion, Ultraman e tantos outros.

Emerson foi o primeiro dublador do Capitão Kirk, em Jornada nas Estrelas. Ao mesmo tempo que era diretor de dublagem da AIC e grande fã de ficção científica, ele havia feito um teste para interpretar o personagem vivido por William Shatner na TV, sendo aprovado pela distribuidora. Participou também na dublagem de várias séries clássicas, sendo os mais memoráveis em O Agente das UNCLE (a primeira voz de Ilya Kuryakin) e Jeannie é um Gênio (primeira voz do Major Nelson).

A charmosa voz de Emerson Camargo passou por várias passagens do tokusatsu em nosso país. Além de National Kid, foi ele quem narrou Ultra Seven, além de fazer pontas em alguns episódios da mesma série, como por exemplo, como Alien Annon no episódio 16 ("Olhos Onipotentes"). Em 1993, a convite da Sato Company, volta a dublar Masao Hata/National Kid em episódio lançados diretamente para VHS. A redublagem foi realizada em seu próprio estúdio, a Windstar. Porém o nome do estúdio não é mencionado na redublagem de National Kid e sim a do próprio Emerson. Afim de registrar a volta do dublador original ao papel. A Windstar dublou mais duas séries tokusatsu. Em Winspector e Patrine, narrou os episódios. Sem contar que ele foi Madocks (segunda voz) e Hayato Nakami (o pai da Estrela Fascinante), respectivamente. A Windstar fechou as portas e Solbrain, a continuação de Winspector, foi dublado na Mastersound. Lá estava mais uma vez a voz de Emerson como narrador e também como o computador Cross 8000 (sucessor de Madocks).

National Kid retornou em 2009 numa coleção definitiva em DVD, via Focus Filmes. Faltavam apenas as sagas "O Mistério do Garoto Espacial" e "Os Zarrocos do Espaço" para receber uma nova dublagem, um vez que elas não foram includidas no lançamento em VHS, nos anos 90. Sendo substituído por Afonso Amajones, que é veterano em séries do gênero. Emerson já estava aposentado e não queria mais voltar. Mas seus últimos trabalhos em tokusatsu se deram na narração dos filmes Superior Ultraman 8 Brothers e Ultraman Zero: A Vingança de Belial. No primeiro mencionado, dublou o Alien Hipólito (vilão que apareceu pela primeira vez em Ultraman Ace).

Ao lado de tantos outros dubladores como Gilberto Baroli e Carlos Laranjeira, por exemplo, Emerson Camargo é uma das vozes que mais admiro e que tem meu favoritismo. Parte do seu legado ficou registrado para apreciarmos sua interpretação que carregava todo um charme nas produções por onde passou. Não apenas na dublagem, como também sua voz está imortalizada para quem acompanhou as gerações passadas da TV brasileira. Vá com Deus, cavaleiro da paz e da justiça.

Em homenagem, deixo aqui um vídeo com a dublagem perdida do episódio final de National Kid, com a voz de Emerson Camargo:

Fox ignorou Akira Toriyama ao produzir Dragonball Evolution

O elenco de Dragonball Evolution

Dragonball Evolution é um assunto superado para alguns e para outros ainda é um motivo de "trauma". É impossível falar da franquia e não lembrar do filme que foi um dos maiores fiascos de todos os tempos. Existem outras produções antigas que são verdadeiras aberrações ao Goku e cia. Escrevi sobre elas aqui.

A versão norte-americana de DB voltou a ser assunto com uma revelação do próprio Akira Toriyama. Ele contou em entrevista ao Asahi Shimbun Digital que ele tentou avisar à Fox de que aquele roteiro apresentado nas telonas seria um erro. Porém, o estúdio ignorou o próprio mangaká e resolveu passar pra frente o que foi visto em 2009.

"Aquele roteiro que eles tinham havia capturado muito pouco da essência do universo e personagens de Dragon Ball, era vazio, então eu os avisei para mudar algumas coisas, mas não fui ouvido, eles confiavam muito no material que tinham. O resultado foi isso que eu não posso chamar de Dragon Ball."

Toriyama está coberto de razão e digo mais: Dragonball Evolution é mais um daqueles típicos filmes trash dignos de uma Sessão da Tarde ou de um Cinema em Casa da vida.

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Não há motivo algum pra odiar o Goku de A Força do Querer

Yuri e sua mãe na novela das nove (Foto: Divulgação/Globo)

Sendo bem sincero, não costumo acompanhar novelas da atualidade. Sempre que posso assisto uma ou outra reprise das mais antigas. Fiquei curioso pra ver A Força do Querer pelo simples motivo de ver o tal garoto que quer ser o Goku de Dragon Ball (ou pelo menos é um cosplay do herói). Não assisti o capítulo da sexta-feira passada, mas vi o vídeo no sábado. Parei pra assistir na noite do mesmo dia.

O capítulo de sexta (7) foi da estreia de Yuri, um garoto de aproximadamente 14 anos que se veste como o nosso Saiyajin e assim quer ser chamado. Ele é do tipo caricato. Frequenta eventos de anime, anda com cosplayers, tem notas baixas na escola e ainda por cima se comunica com os pais falando ao celular. Sim, tem cara de mais um daqueles personagens estranhos que Glória Perez costuma colocar em suas novelas.

Enfim, o fato de ter um otaku na novela das nove não é motivo de barulheira entre os haters de plantão. Não vejo problemas em ter um personagem do tipo. Muito pelo contrário, é até bom os leigos terem uma visibilidade do que é um cosplay, o que é anime, etc. A primeira aparição de Yuri/Goku me lembrou aquelas séries animadas onde o personagem principal é relaxado e coisa do tipo. Alguém aí lembrou da Serena? Do Ash? Pois é.

O problema mesmo é como deve ser a visão de Glória Perez sobre essa cultura. Isso vamos saber daqui a semanas/meses. Ainda é cedo pra discutir. Não é que todo cosplay seja relaxado nos estudos ou coisa do tipo. Estamos falando de um adolescente que curte estas tralhas inúteis como a gente. Pela idade do personagem, é compreensível todo esse comportamento. Seria estranho se fosse um adulto de 30, 40 ou 50 anos agir feito criança. Entenda, não estou dizendo que quem está nessa faixa de idade mais "avançada" não possa fazer cosplay. Conheço amigos que se vestem e interpretam personagens ligados à cultura pop oriental e ocidental e são pessoas responsáveis. Eu mesmo pensei uma vez em fazer cosplay e tocaria pra frente se eu tivesse tempo e recurso.

Voltando sobre a novela: achei engraçado o Yuri (ou Kakaroto Son Goku) e alguns adolescentes são quase assim como ele, sejamos honestos. Odiar o cosplay ou o ator-mirim Adriano Alves, de 14 anos (fará 15 no próximo dia 18 de abril) é coisa digna de otakinho e não tem argumento nenhum. Se for só porque a Globo tá passando, lembre-se que a emissora carioca abriu espaço para animações japonesas numa era distante ao lado da concorrência. Uma coisa não tem nada a ver com a outra.

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Morre a Mãe de Ultra original

Peggy Hayama em Ultraman Taro

Morreu nesta quarta (12), aos 83 anos, a atriz Peggy Hayama, vítima de pneumonia. Na série Ultraman Taro (de 1973) ela foi a Dama de Verde. Ou melhor, a versão humana da Mãe de Ultra. Hayama também era cantora e foi presidente da Associação de Cantores do Japão e em anos recentes atuava como parte do conselho diretor. Hayama foi casada com o ator Jun Negami, o Capitão Ryu Ibuki na série O Regresso de Ultraman. Juntos eram conhecidos como o casal mais unido dentre os artistas japoneses. Umas de suas canções foi tocada no episódio 43 de O Regresso, quando o Capitão Ibuki ouve no rádio a música "Nangoku Tosa wo atonishite".

Mãe de Ultra em ação

Superman retorna em Supergirl

Supergirl e Superman

Em hiato de algumas semanas nos EUA, Supergirl retorna com novos episódios a partir do dia 24 de abril. A segunda temporada entra na reta final e - falando em retorno - o episódio final garante a participação de Superman. Mais uma vez o ator Tyler Hoechlin irá viver na pele de Clark Kent. Até o momento, sem detalhes sobre sua participação. Mas era esperado devido a receptividade do público.

A season finale de Supergirl será em maio e a terceira temporada está garantida para o fim do ano.

Tá no Ar supera paródia de Changeman com homenagem à TV dos anos 70

Adnet ataca de Larry Wilcox, astro da série CHiPs (Foto: Reprodução/Globo)

Um dos meus episódios favoritos desta temporada do Tá no Ar com certeza foi a inesquecível paródia de Changeman, o esquadrão Electro Five. Mas foi superada pelo último episódio exibido nesta terça (11). Marcelo Adnet e cia prestaram homenagem à década de 1970. Todo o episódio se passou por lá. Foi mais ou menos no final da segunda temporada, que homenageou a Globo pelo cinquentenário em 2015.

A abertura do programa foi ao estilo dos enlatados americanos da época. Com direito ao tradicional "Rede Globo apresenta" e com várias referências aos seriados como CHiPs, SWAT, A Mulher Biônica, Mulher Maravilha, KojakHomem-Aranha e As Panteras. Além das adaptações de quadros como Balada VIP, por exemplo, para o estilo setentista, vimos breves passagens do humorístico Chico City, do seriado Ciranda, Cirandinha, do especial Roberto Carlos, das novelas A Escrava IsauraO Astro e dos programas de auditório de Carlos Imperial e de Flávio Cavalcanti. Algumas das cenas tiveram montagens onde inseriam os atores do Tá no Ar interagindo com as situações.

Momentos engraçados a destacar são do Adnet imitando Chacrinha e jogando bacalhau da Vera Fischer, a mandioca do Roberto Carlos e o piano do Guilherme Arantes; Vila Sésamo cantando "YMCA" (do Village People); Jorge Beviláqua como repórter esportivo (antes de apresentar o Jardim Urgente) e o pai do Militante criticando a TV Tupi e elogiando a Globo.

Foi um final de temporada sensacional. Mais uma vez o elenco do Tá no Ar se superou e provou que este é o melhor programa humorístico da atualidade e que tudo isso pode ser feito com inteligência e muita criatividade. A próxima temporada só em 2018 e enquanto isso vamos aturar mais uma vez o insosso Adnight, no segundo semestre deste ano.